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	<title>DTV</title>
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	<description>Site Oficial da TV Digital Brasileira</description>
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		<title>Sinal digital da RBS TV chega ao Litoral Norte do Rio Grande do Sul</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 13:13:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigoguedes</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV Digital na Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir desta quarta-feira (4) os telespectadores do Litoral Norte poderão acompanhar a programação da RBS TV em alta definição, pelo sinal digital. Em Tramandaí e Imbé é preciso sintonizar o canal UHF 35. Em Capão da Canoa e Torres, o 34. E em Cidreira e Santo Antônio da Patrulha, o canal 23.
[Fonte: RBS TV]
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A partir desta quarta-feira (4) os telespectadores do Litoral Norte poderão acompanhar a programação da RBS TV em alta definição, pelo sinal digital. Em Tramandaí e Imbé é preciso sintonizar o canal UHF 35. Em Capão da Canoa e Torres, o 34. E em Cidreira e Santo Antônio da Patrulha, o canal 23.</p>
<p>[Fonte: RBS TV]</p>
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		<title>Torre de TV Digital deve ser inaugurada no dia 15 de dezembro</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 10:04:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigoguedes</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV Digital na Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[Após três adiamentos, o Governo do Distrito Federal (GDF) promete, mais uma vez, inaugurar a Torre de TV Digital no Grande Colorado, próximo a Sobradinho. O novo prazo, 15 de dezembro, coincide com a comemoração do aniversário do idealizador do arranha-céu, Oscar Niemeyer. Representantes da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) responsáveis pela fiscalização da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após três adiamentos, o Governo do Distrito Federal (GDF) promete, mais uma vez, inaugurar a Torre de TV Digital no Grande Colorado, próximo a Sobradinho. O novo prazo, 15 de dezembro, coincide com a comemoração do aniversário do idealizador do arranha-céu, Oscar Niemeyer. Representantes da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) responsáveis pela fiscalização da obra admitem, no entanto, que ainda faltam muitos detalhes para o monumento ser concluído. Até o momento, 96% do projeto foram executados, ao custo de mais de R$ 68 milhões aos cofres públicos. Mas outros R$ 6,5 milhões ainda são necessários para adequar a estrutura às exigências de segurança.</p>
<p>O prédio tinha previsão de ser entregue no cinquentenário de Brasília, em abril do ano passado, mas entraves jurídicos e administrativos deixaram a conclusão da obra mais distante. A última previsão de inauguração, marcada para setembro, também não foi cumprida. E, mesmo com uma nova data, parece improvável que o gigante abra as portas sem os últimos ajustes. Segundo a diretora de Edificações da Novacap, Maruska Lima de Sousa, pouco se avançou desde fevereiro deste ano. “Vários problemas aconteceram ao longo desse tempo, desde aprovação de projetos a falhas no contrato. Mesmo assim, estamos correndo para cumprir o prazo e o compromisso assumido pelo governador (Agnelo Queiroz). Vários serviços estão sendo feitos, tanto na parte interna quanto na externa. Estão mexendo nos banheiros, nas instalações para as emissoras, na pintura, no espelho d’água. Também tem a parte da drenagem de águas pluviais, iluminação, estacionamento”, detalha.</p>
<p>Na manhã de ontem, o Correio esteve na Torre de TV Digital, quando tratores e caminhões dentro e fora do canteiro de obras. Nem todas as janelas do elevador panorâmico tinham sido colocadas e ainda havia guindastes e equipamentos por toda parte. A via localizada em frente ao monumento também passava por intervenções para poder receber asfalto. Maruska adverte que o tempo interfere no caminhar das obras. “As chuvas atrapalham um pouco, pois fica complicado trabalhar em alguns pontos. Mesmo assim, estamos empenhados em cumprir a meta”, justificou.</p>
<p>A Novacap pretende lançar, dentro de 15 dias, um edital de licitação para contratação de empresas responsáveis por serviços na área externa da Torre de TV Digital. “Haverá essa concorrência para escolher as entidades que farão todo o serviço do estacionamento e de drenagem, que vai atender também o bairro Taquari”, esclareceu a diretora.</p>
<p>A Secretaria de Comunicação do GDF confirmou a previsão de inauguração do novo cartão-postal de Brasília, mas informou que a programação para o evento ainda não está fechada. Representantes do governo informaram que Oscar Niemeyer foi convidado, mas ainda não teria confirmado presença. Em entrevista anterior ao Correio, o arquiteto disse acreditar que as modificações na estrutura da Torre Digital não comprometeriam expressivamente o projeto original, de sua autoria, e acrescentou estar otimista quanto ao término das obras.</p>
<p>Estrutura<br />
Já conhecida como Flor do Cerrado, a Torre de TV Digital tem mais de 180 metros de altura, o que equivale a um prédio de 62 andares. Desse total, 120m compõem uma estrutura de concreto, enquanto 50m compreendem uma estrutura metálica e outros 12m representam a antena do arranha-céu. Grandes estruturas, como essa, podem interferir no tráfego de aeronaves, mas a Novacap assegura que a Torre de TV Digital cumpre todos os critérios exigidos pela Aeronáutica. “Solicitaram pintura e iluminação adequadas, e isso já foi feito. Temos pareceres favoráveis das entidades competentes”, argumentou Maruska.</p>
<p>Adyr da Silva, especialista em transporte aéreo e ex-presidente da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), acredita que a Torre não ofereça perigo a aeronaves. “Eles são obrigados a ter luzes de sinalização. Além disso, a distância do aeroporto é grande. Essa torre teria de ser muito mais alta para poder causar algum transtorno”, pontua. “A 1 quilômetro de distância da rampa de elevação, a torre teria de ter 70 metros para causar algum impacto. A 10 quilômetros, precisaria ter 700 metros. Então, não vejo risco.”</p>
<p>No sétimo andar da Flor do Cerrado, a uma altura de mais 60m, sai o braço que leva à primeira cúpula da torre. Segundo a Novacap, o desenho original prevê a realização de exposições naquele espaço. Quanto ao restaurante, planejado para o segundo braço da estrutura, no nono andar do prédio e a 80m do chão, o órgão afirmou que o desenho original do arquiteto sempre previu um bar-café nesse ponto.</p>
<p>Atrasos frequentes<br />
Além de um cartão-postal para a cidade, a Torre de TV Digital será usada pelas emissoras de televisão, que terão mais infraestrutura para transmitir o sinal digital. A inauguração do monumento sofreu mudança de data por três vezes. Inicialmente prevista para abril do ano passado, depois para junho deste ano e mais tarde prorrogada para outubro, a obra não foi concluída em função de uma série de dificuldades estruturais e financeiras. Algumas modificações na segurança do prédio, por exemplo, não estavam previstas no orçamento.</p>
<p>[Fonte: Correio Braziliense]</p>
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		<title>RPC TV de Cascavel inaugura TV digital em novembro</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Nov 2011 12:52:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigoguedes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sala de Imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[No estado do Paraná, 76 municípios já recebem gratuitamente o sinal da TV digital aberta
São Paulo, Novembro de 2011 - A RPC TV de Cascavel (PR), afiliada da Rede Globo, irá iniciar a transmissão do sinal de TV digital na próxima quinta-feira, 3 de novembro, tornando-se a 42ª emissora da Rede Globo a operar com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>No estado do Paraná, 76 municípios já recebem gratuitamente o sinal da TV digital aberta</em></p>
<p><strong>São Paulo, Novembro de 2011 -</strong> A RPC TV de Cascavel (PR), afiliada da Rede Globo, irá iniciar a transmissão do sinal de TV digital na próxima quinta-feira, 3 de novembro, tornando-se a 42ª emissora da Rede Globo a operar com a tecnologia digital. Com essa inauguração, a cidade de 245 mil habitantes passará a ter mais uma opção de canal, além da atual cobertura gratuita do sinal digital da TV Tarobá, afiliada da TV Bandeirantes.</p>
<p>Somente no estado do Paraná, 76 municípios dispõem de cobertura do sinal digital. O número de habitantes desses 76 municípios é 5.447.863, de acordo com dados do Censo Populacional 2010 elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A soma equivale a mais da metade dos 10.266.737 habitantes de todo o estado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre o Fórum SBTVD</strong></p>
<p>Criado em 2006, o Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre tem o objetivo de auxiliar e estimular a criação e melhoria do sistema de transmissão e recepção digital no Brasil. O Fórum é composto por 84 associados dos setores de radiodifusão, recepção, transmissão e software, além de centros de pesquisa e universidades. Mais informações em: <a href="http://www.forumsbtvd.org.br/">http://www.forumsbtvd.org.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Interatividade é destaque no sistema de TV digital brasileiro</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 04:55:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apyus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Destaque no sistema de TV digital brasileiro]]></description>
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		<title>Vai faltar espectro para radiodifusão em cinco capitais</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 14:57:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigoguedes</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV Digital na Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[O secretário de Serviços de Comunicação Eletrônica de Massa do Ministério das Comunicações, Genildo Lins de Albuquerque Neto, vai analisar a segunda parte do estudo do CPqD sobre a destinação da faixa de 700 MHz após a transição da TV analógica para a digital, que mostra que em cinco capitais não será possível abrir mão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário de Serviços de Comunicação Eletrônica de Massa do Ministério das Comunicações, Genildo Lins de Albuquerque Neto, vai analisar a segunda parte do estudo do CPqD sobre a destinação da faixa de 700 MHz após a transição da TV analógica para a digital, que mostra que em cinco capitais não será possível abrir mão de toda a faixa do dividendo digital. De acordo com Lins, o estudo mostra que em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Brasília vai faltar canais se toda a faixa for destinada para a telefonia. &#8220;Vamos ainda analisar o estudo, mas os indicativos são de que uma parte da faixa terá que ser mantida para a radiodifusão&#8221;, afirmou o secretário.<br />
<br />
O estudo realizado pelo CPqD foi contratado pelo SindTelebrasil, que divulgou na semana passada a primeira parte do documento, que recomenda que o Brasil pode acompanhar a tendência mundial de destinação da faixa de 700 MHz para os serviços móveis, sem causar prejuízo para a operação da TV digital. No relatório, o centro de pesquisa justifica a posição em função da existência no país de uma demanda crescente por serviços de telecomunicações sem fio, especialmente de banda larga móvel.</p>
<p>Lins defende que a decisão de ocupação dessa faixa seja tomada só em 2016, quando termina o prazo para as emissoras migrarem do sistema analógico para o digital. &#8220;Há outros fatores além da falta de espectro em regiões metropolitanas, extremamente ocupadas&#8221;, comentou em entrevista ao Tele.Síntese. Há um volume acumulado de 20 mil processos na Secretaria de Comunicação Eletrônica em análise e muitos desses processos são pedidos de outorgas&#8221;, diz Lins. Segundo ele, havia um acúmulo de 50 mil processos em janeiro (pedidos de outorgas, de renovação, aprovação de local, etc.) e sua secretaria tem trabalhado para normalizar o ritmo de análise até meados do ano que vem. &#8220;Tem processo que está aguardando análise há dez anos e queremos reduzir esse prazo para três a quatro meses, que é o normal&#8221;, informou.</p>
<p>Com a mudança no fluxo de análise dos processos, o secretário acredita que, a partir de dezembro deste ano, o ritmo de outorgas aumenta. &#8220;Com isso, teremos mais canais sendo ocupados, portanto, qualquer decisão só poderá ser tomada em 2016. Até lá conseguiremos atender a demanda reprimida e poderemos calcular quanto de especto de radiofusão sobrará&#8221;, defende. Ele estima que  serão dadas oito mil outorgas para rádio, TV e retransmissora. &#8220;Hoje temos 20 mil radiodifusores e a estimativa é de que, em dois anos, haverá um acréscimo de 40%&#8221;, disse.<br />
[Fonte: TeleSíntese]</p>
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		<title>Apagão analógico está mantido para 2016, diz Bernardo</title>
		<link>http://www.dtv.org.br/index.php/apagao-analogico-esta-mantido-para-2016-diz-bernardo/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 19:03:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigoguedes</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV Digital na Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[O desligamento do sinal analógico de televisão no Brasil está mantido para 2016. É o que afirmou o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. Apesar de reconhecer que o sistema digital ainda não está totalmente popularizado no país, o ministro afirma que medidas estão sendo tomadas no Ministério das Comunicações para acelerar o processo de digitalização [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O desligamento do sinal analógico de televisão no Brasil está mantido para 2016. É o que afirmou o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. Apesar de reconhecer que o sistema digital ainda não está totalmente popularizado no país, o ministro afirma que medidas estão sendo tomadas no Ministério das Comunicações para acelerar o processo de digitalização das emissoras.<br />
“Esperamos que até 2016 já estejamos totalmente prontos para fazer o apagão analógico. Até lá as emissoras vão ter tempo para se adaptar e os próprios consumidores vão querer modernizar seus equipamentos, até mesmo porque teremos uma Copa do Mundo aqui no Brasil em 2014 e as pessoas já vão querer aproveitar a tecnologia”, avalia o ministro.<br />
O Governo Federal também está trabalhando para dar acesso a linhas de crédito diferenciadas, por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para que as emissoras de TV possam comprar novos equipamentos e migrar para o sistema digital.<br />
“Estamos tentando andar rápido com essa questão da digitalização”, garantiu Bernardo.<br />
Consignações de geradoras<br />
Para começar a transmitir em sinal digital, a geradora de TV precisa dar entrada no processo de consignação no Ministério das Comunicações. Até o fim deste ano, todos os processos de consignação de geradoras (as estações principais nas redes de televisão) serão finalizados, segundo o secretário de Serviços de Comunicação Eletrônica do MiniCom, Genildo Lins.<br />
De acordo com o secretário, todas as 400 geradoras de TV espalhadas pelo país vão estar consignadas. Isso quer dizer que a emissora vai poder realizar transmissões digitais e analógicas, ao mesmo tempo, até que o sinal analógico seja definitivamente desligado, em 2016. Do total de geradoras, 100 ainda têm processos de consignação tramitando no MiniCom.<br />
“Nós destacamos uma equipe específica de engenheiros para trabalhar na análise desses processos de consignação de TV, justamente porque queremos dar mais agilidade na finalização dessas demandas”, avalia o secretário Genildo Lins.<br />
E já é possível notar melhorias no andamento desses processos. Segundo Genildo Lins, no mês de setembro foram concluídos os processos de consignação de 19 emissoras, contra 3 processos finalizados entre janeiro e agosto deste ano. “A partir de agosto, implementamos mudanças que simplificaram o processo”, afirma.<br />
RTVs<br />
O próximo passo no processo de digitalização da televisão no Brasil é a mudança para as retransmissoras (RTVs). O prazo para que as RTVs iniciem o processo de consignação no MiniCom termina no próximo ano, mas 1.700 já deram início ao processo, num universo de 6.000 emissoras em todo o Brasil.<br />
De acordo com dados da Secretaria de Serviços de Comunicação Eletrônica, 20 RTVs já estão consignadas e a meta é encerrar o ano de 2012 com 2.000 consignações concluídas para esse tipo de serviço.<br />
Interatividade<br />
O decreto que estabeleceu o sistema de TV digital no Brasil abriu a possibilidade de interatividade nas transmissões. Isso quer dizer que o telespectador poderá usar seu aparelho de TV para consultar saldo bancário, agendar consultas médicas, consultar a previsão do tempo, informações de trânsito e comprar produtos. Para possibilitar essas interações, pesquisadores brasileiros desenvolveram o Ginga, uma ferramenta que vai permitir a interatividade na TV digital brasileira.<br />
O governo está trabalhando para incluir o Ginga nos aparelhos de televisão fabricados no Brasil. Atualmente, nem todos os aparelhos saem de fábrica prontos para a interatividade. A expectativa é de que no próximo ano, 75% dos televisores já saiam das fábricas com o middleware de interatividade instalado. Em 2013, esse percentual alcançaria 100% dos aparelhos.<br />
A medida está tramitando no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.</p>
<p>[Fonte: Ministério das Comunicações]</p>
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		<title>Visiontec lança conversor de TV digital com Ginga</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 14:18:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigoguedes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Visiontec anunciou nesta segunda-feira (10) o lançamento do set top box VT7200E, seu esperado conversor para a TV digital embarcado com middleware de interatividade Ginga. O aparelho chega às lojas online do Ponto Frio, Casas Bahia e Extra com um preço sugerido de R$ 399, e conta ainda com um adaptador externo para permitir o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Visiontec anunciou nesta segunda-feira (10) o lançamento do set top box VT7200E, seu esperado conversor para a TV digital embarcado com middleware de interatividade Ginga. O aparelho chega às lojas online do Ponto Frio, Casas Bahia e Extra com um preço sugerido de R$ 399, e conta ainda com um adaptador externo para permitir o acesso à rede WiFi, além de gravador e integração com a plataforma de interatividade da Totvs, Sticker Center.</p>
<p>“Escolhemos e apostamos no Ginga, porque ele é o middleware mais avançado do mundo e é à prova de futuro. Ele vai nos permitir desenvolver aparelhos com funções que unem televisão e internet em breve”, disse Ricardo Minari, diretor de negócios e tecnologia da Visiontec, em comunicado. O governo atualmente estuda tornar o Ginga obrigatório em todos os produtos de TV digital fabricados no país, uma vez que o software nacional não vingou entre os diferentes setores da indústria.</p>
<p>[Fonte: TeleSíntese]</p>
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		<title>Web? Não! O futuro da TV é a nuvem</title>
		<link>http://www.dtv.org.br/index.php/web-nao-o-futuro-da-tv-e-a-nuvem/</link>
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		<pubDate>Sun, 09 Oct 2011 21:39:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigoguedes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Nós acreditamos que o Ginga é a plataforma padrão que nos permitirá trabalhar com múltiplas telas, múltiplos dispositivos e conteúdos complementares, preservando o widscreen para o vídeo”, disse Raymundo Barros, diretor de engenharia da TV Globo São Paulo, ao fim do painel que discutiu a convergência da TV digital e das Smat TVs ou TVs [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Nós acreditamos que o Ginga é a plataforma padrão que nos permitirá trabalhar com múltiplas telas, múltiplos dispositivos e conteúdos complementares, preservando o widscreen para o vídeo”, disse Raymundo Barros, diretor de engenharia da TV Globo São Paulo, ao fim do painel que discutiu a convergência da TV digital e das Smat TVs ou TVs conectadas, semana passada, no Congresso da Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão, SET2011, realizado em São Paulo.</p>
<p>Imagine vídeos e outros conteúdos sob demanda sendo enviados diretamente ao televisor pela banda larga simultaneamente com a programação que se está se assistindo em broadcast. Estes vídeos podem aparecer na tela ao lado do programa principal e de acordo com critérios preestabelecidos como os mais vistos, os melhores votados, de acordo com o perfil do usuário, etc. Poderíamos simplesmente ligar o televisor em um canal e decidir assistir a programação ao vivo via broadcast, ou assistir ao jornal, ou a cenas do capítulo anterior da novela que perdemos ao vivo, através de conteúdos sob demanda via broadband enviados pela emissora em seu ambiente interativo.</p>
<p>No caso do Brasil, conteúdos interativos broadcast e broadband podem e devem rodar no Ginga, o middleware interativo do padrão brasileiro de TV Digital, de forma transparente para o usuário, que no ambiente ideal, com TV Digital conectada à internet não saberá de onde este conteúdo estará vindo. É nisso que emissoras, fabricantes, e até mesmo o governo começam a trabalhar.</p>
<p>Em artigo publicado na última revista da SET, Emerson Weirich, diretor de Engenharia da EBC, define este cenário como Hybridcast , padrão avançado de radiodifusão na era broadband, já em gestação nos laboratórios da estatal japonesa NHK. “Quando lançado poderá ser uma nova revolução no conceito de TV digital como a assistimos hoje”, diz ele. Além da combinação da transmissão broadcast com os aplicativos baseados em Web das chamadas “TVs conectadas” (ou smart TVs) com acesso a Internet, caracteriza-se pela integração e sincronização do conteúdo broadcast com o conteúdo broadband que está na “nuvem” e que chega ao mesmo tempo no televisor. Sim. Nuvem. A TV está se movendo para a nuvem. É inevitável.</p>
<p>Caso a conexão broadband não esteja disponível, o televisor recebe apenas o broadcast da forma convencional, sem problemas. Isso inclui também alguns conteúdos de aplicações interativa Ginga enviadas pelo ar, incluindo vídeo no formato IPTV, segundo Aguinaldo Boquimpani, da Totvs.</p>
<p>Além do video on demand, for a da grade da programação, esse tipo de combinação pode favorecer a criação de vários novos serviços, como o uso de redes sociais dentro da transmissão da televisão. Os usuários assistem a programação pelo broadcast e podem compartilhar comentários pela próprio televisor enquanto assistem ao conteúdo que está sendo exibido. E a interação pode aparecer na tela, não só como a tradicional cinta de texto, no pé da tela, mas em objetos interativos do set. Como a foto do perfil do internauta ser mostrada no quadro localizado na parede do quarto do personagem da novela.</p>
<p>Não é de hoje que se discute sobre novos comportamentos dos telespectadores, que assistem televisão e ao mesmo tempo estão em um smartphone ou tablet comentando sobre a programação em sites de rede social. A diferença é que com o Hybridcast será possível fazer tudo isso no próprio televisor em sincronismo com o conteúdo que está no ar.</p>
<p>Vários outros serviços customizados podem ser criados e podem ser selecionados para aparecer ou não na tela do telespectador. Por exemplo, pelo broadband podem ser enviadas informações diferentes como Closed Captions em idiomas adicionais e podem ser lidos digitalmente em voz alta por um aplicativo de leitura instalado chamado de Text to Speech.</p>
<p>Vídeos e outros conteúdos sob demanda podem ser enviados diretamente ao televisor por broadband simultaneamente com a programação que se está se assistindo em broadcast. Estes vídeos podem aparecer na tela ao lado do programa principal e de acordo com critérios preestabelecidos como os mais vistos, os melhores votados, de acordo com o perfil do usuário, etc.</p>
<p>Poderemos simplesmente ligar o televisor em um canal e decidir por assistir a programação ao vivo via broadcast, ou assistir ao jornal, ou ao filme que perdemos nos conteúdos sob demanda via broadband.</p>
<p>A ideia é compatibilizar a transmissão de conteúdo por Hybridcast para os três tipos de telas: dispositivos mó¬veis, computadores e televisores.</p>
<p>Broadband em alta</p>
<p>Radiodifusores como o SBT e a TV Globo vêm no Hybridcast uma importante janela de oportunidade para o Ginga, o middleware padrão de interatividade do SBTVD. Isso porque, além de perfeitamente alinhado com o padrão japonês de transmissão ISDB-T, o Ginga é padrão ITU para IPTV. Nenhum outro middleware no mundo trabalha tão bem questões como sincronismo e gerenciamento de múltiplos dispositivos. O que pode e deve ser usado a favor do Hybridcast (vide o vídeo).</p>
<p>E isso não é invencionice de brasileiro. Em outros países, como na Itália e na Alemanha, os radiodifusores já trabalham na integração de seus conteúdos com os das Smart TVs, através da adaptação dos middleware em uso nesses países.</p>
<p>Por trás desse pensamento está a dura realidade do avanço do modelo broadband, de qualquer ponto de vista, desde o mercado de receptores até o avanço da TV on demand, influenciada pelo crescimento do vídeo on demand na Web.</p>
<p>Luis Bianchi, gerente de marketing de smart TV da Philips, lembrou aos participantes do Congresso da SET que em muitos países, a experiência demonstra que disponibilização de conteúdos das emissoras broadcast sob demanda tem vantagens. Pesquisa feira pela fabricante comprova que o video on demand alavanca a audiência da programação linear, ao invés de canibalizá-la.</p>
<p>A previsão da própria Philips é a de que 20% dos televisores vendidos no Brasil em 2011 sejam das Smart TVs, o que deve significar pelo menos 2 milhões de novos smart TVs no mercado. A previsão do Fórum Brasileiro de TV Digital é a de que, também em 2011, 16 milhões de televisores com conversores digitais integrados tenham sido vendidos. A expectativa é de que esse número suba para 28 milhões em 2012. Seria bom que as chamads TVs digitais padrão DTV, virassem logo DTVi e fossem também Smart TVs.</p>
<p>Tudo o que o usuário quer é receber o conteúdo que deseja, na hora que deseja, da forma mais transparente possível. Tudo o que o produtor de conteúdo quer é produzir uma única vez, para múltiplas saídas. Hoje a nuvem vem sendo vista como o oasis de integração. Há muita gente boa, e grande, trabalhando tanto na ponta de armazenamento de conteúdos (é o caso da Dell), como na de gerenciamento e entrega em múltiplos formatos (caso da Cisco, apresentado no vídeo acima e no vídeo abaixo).</p>
<p>Os próprio fabricantes de Smart TVs estão sensíveis a questão. Tanto que LG, Philips e Sharp acabam de anunciar na IFA uma aliança para criação de uma plataforma única de Smart TV. A intenção, segundo o comunicado da LG, é de trabalhar juntas na definição de requisitos técnicos comuns para suas TVs baseadas em padrões abertos, como HTML5, HTML e CE-HbbTV.</p>
<p>Nada que não possa estar agregado também aos padrões usados no Ginga. As três, por acaso, são licenciadoras da implementação Ginga da Totvs e oferecem o middleware nos seus modelos DTVi.</p>
<p>O primeiro passo do grupo será a introdução, ainda em outubro deste ano, da primeira versão beta de um software de desenvolvimento comum (software development kit – SDK), que permita aos desenvolvedores de conteúdo criar um único aplicativo capaz de funcionar com TVs da LG Philips e Sharp Aquos Net+.</p>
<p>A tecnologia, como se pode ver, está toda aí. O que falta? Vontade para fazer o mercado florescer. Algo que o governo brasileiro pensa em incentivar através de um programa para venda de conversores digitais interativos que, na prática, funcionem como mídia center. E também através do seu poder de grande anunciante, para inserir propagandas interativas da Caixa, do Banco do Brasil, da Petrobrás, entre outras estatais, não só nas emissoras públicas, como também nas emissoras comerciais.</p>
<p>Falta também as próprias emissoras começarem a ofertar mais conteúdos interativos de qualidade. Globo e SBT são as mais ativas, mas ainda deixam a desejar. Só agora ambas começam a vislumbrar um modelo de negócio que justifique grandes investimentos em conteúdos interativos.</p>
<p>E, por fim, falta modelo de negócio para as Smart TVs.</p>
<p>Os próximos anos, prometem novidades estonteantes. Tanto na TV aberta quanto na TV paga. Há muito o que fazer, e em várias frentes. Todas digitais. Que ninguém espere que o cenário convergente e multiplataforma se estabeleça do dia para noite. Muita água vai rolar debaixo da ponte. Mas que ninguém duvide que ele virá, unindo broadcast e broadband através da nuvem e seus múltiplos caminhos.</p>
<p>[Fonte: IDG Now]</p>
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		<title>Mais argentinos desfrutam televisão digital gratuita</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 20:30:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigoguedes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Três milhões de argentinos desfrutam da televisão digital gratuita, após a entrega hoje pelo Governo de 750 mil decodificadores e a inauguração de três estações.
A abertura das novas Estações Digitais Terrestres, com as quais já somam 27, dá cobertura do serviço ao 50 por cento do país, detalhou o ministro de Planejamento Julio De Vido, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Três milhões de argentinos desfrutam da televisão digital gratuita, após a entrega hoje pelo Governo de 750 mil decodificadores e a inauguração de três estações.</p>
<p>A abertura das novas Estações Digitais Terrestres, com as quais já somam 27, dá cobertura do serviço ao 50 por cento do país, detalhou o ministro de Planejamento Julio De Vido, citado pela agência de notícias Télam.</p>
<p>Para o fechamento deste ano, estima-se que estejam em funcionamento 50 emissoras as quais cobrirão o 75 por cento da população e para fins de 2012, a ideia é chegar ao 95 por cento, acrescentou. As autoridades contemplam políticas que possibilitam a todos os habitantes ter seu próprio dispositivo de acordo com seus recursos ou rendimentos.</p>
<p>O Sistema Argentino de Televisão Digital Terrestre, o qual oferece sinal aberta gratuita, faz parte dos planos sociais do Estado argentino. Canais como TV Pública, Canal Encontro, do Ministério de Educação, e o multinacional TeleSur, entre outros, estão disponíveis nesta tecnologia que permite, entre outros benefícios, acesso ao conhecimento e à informação com uma imagem de maior qualidade.</p>
<p>[Fonte: Prensa Latina]</p>
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		<title>UFSC: software livre para TV Digital</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 11:07:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigoguedes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A UFSC lançou nessa terça-feira, 04, o primeiro software livre desenvolvido na universidade, o Célula, uma ferramenta de criação de conteúdo interativo para TV Digital.
Segundo a universidade, o aplicativo tem funcionalidades similares a produtos do mercado como Adobe Premiere, e permite também a aplicação de interatividade sobre vídeos prontos.
Com o software, que disponibiliza para edição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A UFSC lançou nessa terça-feira, 04, o primeiro software livre desenvolvido na universidade, o Célula, uma ferramenta de criação de conteúdo interativo para TV Digital.</p>
<p>Segundo a universidade, o aplicativo tem funcionalidades similares a produtos do mercado como Adobe Premiere, e permite também a aplicação de interatividade sobre vídeos prontos.</p>
<p>Com o software, que disponibiliza para edição uma linha temporal e recursos capazes de incluir e modificar imagens, textos e outras aplicações interativas, é possível programar condições que serão posteriormente acionadas pelo telespectador para abrir ou acessar cada opção.</p>
<p>Desenvolvido pelo Instituto Nacional para Convergência Digital (INCoD), o Célula teve sua primeira versão, já funcional, pronta no fim de 2010, embora o protótipo tenha sido pensado no ano de 2009.</p>
<p>Agora, o código-fonte está sendo totalmente reestruturado.</p>
<p>A segunda versão, além de permitir a produção de conteúdo interativo para outras plataformas além da TV digital, como web, por exemplo, também poderá ser usada na educação a distância.</p>
<p>O código-fonte do Célula só deve ser liberado após sua completa reestruturação. Por enquanto, ele será lançado como uma ferramenta de uso livre.</p>
<p>[Fonte: Baguete]</p>
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